BONITO E MESQUITA CAMPEÕES NACIONAIS

Decorreu hoje na Praia do Guincho em Cascais a derradeira etapa da época 2021 do Campeonato Nacional de Bodysurf Open e Júnior com ondas a rondar o metro, vento offshore e boas condições.



A prova começou com a luta pelo título no Open com três candidatos, Jaime Bonito de Cascais, Miguel Rocha e Diogo Areias da Vagueira. Com um início de campeonato absolutamente dominador, com duas vitorias em duas etapas Miguel Rocha vinha lançado para a renovação do título, no entanto na terceira etapa em Santa Cruz Diogo Areias com uma vitória deixou tudo em aberto para as duas últimas etapas. Já Jaime Bonito que tinha em finais consecutivas ficado no segundo lugar precisava de duas vitórias nas duas últimas etapas para garantir o título. E foi com esse objectivo que veio para as duas últimas etapas.



Focado neste objetivo Jaime lutou com tudo o que tinha nas últimas duas etapas conseguido de uma forma categórica a vitória em ambas, sagrando-se desta forma Campeão Nacional de Bodysurf Open depois de ter dominado nos dois últimos anos o circuito júnior. Para Jaime “esta título de campeão nacional era o meu principal objectivo desportivo em 2021 e tê-lo conseguido nestas duas etapas, com duas vitórias consecutivas foi incrível.”


Já na prova Júnior a luta pelo título também se manteve até à última etapa, sobretudo pela rotatividade de atletas em 2021 que trouxe vários vencedores na três etapas anteriores. Assim Tiago Mesquita, o atleta mais consistente e que hoje celebrava 17 anos, vinha na liderança do ranking, tendo qualquer um dos irmãos Coutinho a possibilidade de chegar ao título, António que tinha vencido a terceira etapa e Francisco que ganhou a quarta etapa.


Na final os três atletas encontraram-se, mas foi Carlos Guimarães que dominou a final desde o início. Já no fim dos vinte minutos Francisco Coutinho conseguiu dar a volta à bateria, vencendo a etapa. No entanto Tiago Mesquita com o segundo lugar garantiu o título. Para o jovem atleta que em 2021 competiu no Open e no Junior este foi uma vitória merecida.



Para a organização “este foi um ano cheio de desafios, mas que correu muito bem, com o retorno de algumas marcas, nomeadamente a AHUA que tanto contribui para o desenvolvimento da modalidade, mas também pelo espirito positivo que se vive ao longo de todo o campeonato onde o fairplay, a justiça desportiva e a competição prevalecem.”


Este campeonato só é possível com o apoio da Câmara Municipal de Almada, do Leblon, da Câmara Municipal de Cascais, da Aqua Carca, da Câmara Municipal de Torres Vedras, da Sealand, da Manel Sport, da Câmara Municipal de Vagos, da Associação de Surfistas de Vagos, do Mare, da Stay Salty , da AHUA, da UCA, da GALO, da Espumantaria, do restaurante Peixola, do Ferroviário, da Gwiker, da Portugal Rent, da DAFIN, da Surfrider Foundation Europe Lisboa, dos parceiros de media MEO Beachcam , Sport TV, da Federação Portuguesa de Surf e da Associação Surf Social Wave que assume a organização deste campeonato mas sobretudo dos bodysurfers que são o maior incentivo para levar este campeonato mais longe.


A Associação Surf Social Wave é uma associação sem fins lucrativos de caracter social, que atua na área do surf, contribuindo através da prática deste desporto e de todas as valias que o mesmo traz, quer do ponto de vista da capacitação física, quer do ponto de vista da aquisição de competências, para a melhoria de vida de três segmentos da sociedade em situação de exclusão social ou em risco de exclusão. Este é um projeto estruturante e estruturado, que está alavancado nos principais parceiros do surf em Portugal e conta com parceiros institucionais.

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